Sutileza. Não é comum. Não é popular. Não é salgada. Não é vulgar. É só assim: como uma folhinha seca caindo no outono. Como as costelas da bailarina. O doce leve do arroz doce. A garoa no fim de tarde. O soninho do bebê. Na própria palavra, ela mesma; sutil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário